Você caiu no golpe do WhatsApp e transferiu dinheiro achando que ajudava um filho, um amigo ou o seu advogado? Então você já sentiu a vergonha, a raiva e a sensação de que o prejuízo é definitivo. Afinal, foi você mesmo quem fez o Pix, com a sua senha.
No entanto, isso não encerra a história. Neste artigo, você vai entender as modalidades mais comuns do golpe, quais deveres o seu banco e o banco do golpista tinham por norma do Banco Central e, principalmente, por que a Justiça tem reconhecido o direito à devolução mesmo quando a própria vítima fez a transferência.


